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pneumonia hospitalarPAVpneumonia associada à ventilaçãoHAPVAPMDRPseudomonasMRSAantibiótico empíricoventilação mecânica

Pneumonia hospitalar e associada à ventilação — critérios e cobertura empírica conforme risco de MDR

Paciente internado há dias (ou intubado) com febre, secreção e novo infiltrado — que cobertura empírica escolho e quando ampliar para MDR?

Red flags — sinais de gravidade

  • Choque séptico/instabilidade hemodinâmica com foco pulmonar: sepse — antibiótico de amplo espectro na primeira hora, ressuscitação e possível UTI.
  • Hipoxemia progressiva/insuficiência respiratória: avaliar suporte ventilatório e SDRA; não subestimar.
  • Atraso na primeira dose de antibiótico por esperar exame de imagem/cultura: cada hora conta na PAH/PAV grave.
  • Cobertura empírica estreita demais em paciente com fator de MDR ou unidade de alta resistência: subtratamento aumenta mortalidade.
  • Não descalonar após 48–72h com cultura e melhora: manter amplo espectro à toa seleciona resistência.
  • Derrame parapneumônico complicado/empiema (não melhora, derrame volumoso): considerar drenagem — não é só ajuste de antibiótico.

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