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CRBSIinfecção de cateteracesso venoso centralflebitehemoculturas pareadastempo diferencial de positividadevancomicinacateter venosobacteremialock terapêutico

Infecção de corrente sanguínea associada a cateter e flebite — quando tirar o cateter, hemoculturas pareadas e cobertura empírica

Paciente com cateter central febril e o acesso está esquentando — tiro o cateter agora, de onde colho hemocultura e com o que cubro?

Red flags — sinais de gravidade

  • Sepse grave/choque séptico, endocardite, tromboflebite supurativa ou infecção do túnel/bolsa: remover o cateter JÁ, não tentar salvar.
  • S. aureus, Pseudomonas, fungos ou micobactérias na hemocultura: cateter sai — tentar manter aumenta muito a falha e a complicação.
  • Flebite periférica com pus, febre e piora do cordão venoso após retirar o acesso: pensar em tromboflebite supurativa, emergência que pode precisar de cirurgia.
  • Hemocultura ainda positiva após 72h de antibiótico adequado e cateter fora: caçar foco metastático (endocardite, abscesso, tromboflebite).
  • Colher hemocultura só do cateter, sem o par periférico: perde o critério que diferencia contaminação de infecção verdadeira.
  • Retirar o cateter sem garantir outro acesso em paciente dependente de drogas vasoativas/nutrição parenteral — planejar a troca.

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