CTG alterada durante o trabalho de parto. Como classificar o traçado em categorias I, II e III, o que fazer de ressuscitação intrauterina e quando o parto precisa ser expedito?
Red flags — sinais de gravidade
- Bradicardia fetal sustentada ou desaceleração prolongada — checar prolapso de cordão ao toque, DPP, rotura uterina e hipotensão materna
- Variabilidade ausente com desacelerações recorrentes ou padrão sinusoidal (categoria III) — risco de acidemia fetal
- CTG alterada + sangramento vaginal + hipertonia uterina — DPP até prova em contrário
- CTG alterada + dor súbita + perda de apresentação + choque em paciente com cesárea prévia — rotura uterina
- Erro que mata: manter ocitocina correndo com traçado categoria II/III e taquissistolia
- Erro que mata: tratar categoria III como 'observar mais um pouco' — não responsiva à ressuscitação intrauterina, o parto deve ser expedito
- Erro que mata: confiar em traçado de má qualidade (captando FC materna) — confirmar com sonar/Pinard ou eletrodo