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Sedação na via aérea — RSI, via aérea fisiologicamente difícil e agitação grave

Preciso intubar ou sedar um paciente na emergência. Como escolho a droga e dose certas para cada cenário (RSI padrão, choque e agitação grave)?

Red flags — sinais de gravidade

  • HOP — Hipotensão: dose padrão de sedativo pode causar colapso cardiovascular → reduzir hipnótico 50–90% (até 10% em extremos; percentuais de consenso de especialista/resuscitation-sequence, não dose de diretriz); não reduzir BNM — pode aumentar
  • HOP — Oxigenação precária: dessaturação rápida durante apneia → oxigenação apneica mandatória (cateter nasal de alto fluxo desde a pré-oxigenação, manter durante laringoscopia)
  • HOP — pH/Acidose: intubar sem corrigir acidose destrói compensação respiratória → tamponar antes de sedar
  • Intubar para 'controlar o ambiente' sem reanimação prévia: aplicar CAB (volume + vasopressor → oxigenação → acidose) antes de indutor
  • Succinilcolina contraindicada em: hipercalemia, queimados >24–48h, miopatias, hipertermia maligna, lesão medular crônica, desnervação/AVC >72h ou imobilização prolongada, deficiência de pseudocolinesterase (usar rocurônio)
  • Fentanil como pré-tratamento para atenuar a descarga simpática à laringoscopia (sobretudo em TCE isolado; evidência limitada, não endossado pela diretriz de RSI atual) — evitar em choque ou trauma sistêmico
  • Ausência de oxigenação apneica: cateter nasal deve estar instalado e ativo durante toda a laringoscopia

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