Red flags — sinais de gravidade
- Rutherford IIb (déficit sensitivo além dos dedos, dor de repouso, fraqueza, sinal arterial inaudível): revascularização imediata, não dá para esperar exame eletivo — risco de perder o membro em horas.
- Rutherford III (anestesia profunda, paralisia, rigidez muscular, sem sinal arterial nem venoso): membro inviável — a tentativa de reperfusão pode matar por síndrome de reperfusão; discussão precoce sobre amputação.
- Membro tenso, muito doloroso à palpação e à mobilização passiva após reperfusão: pensar em síndrome compartimental — fasciotomia de urgência.
- Hipercalemia, acidose, mioglobinúria e IRA após reperfusão de isquemia prolongada: monitorar e tratar antes que evolua para arritmia fatal.
- Isquemia de membro superior com déficit neurológico associado: pensar em fonte cardíaca/aórtica e evento embólico múltiplo.
- Atraso em acionar o vascular/hemodinâmica por indefinição diagnóstica: cada hora conta — na dúvida, heparinizar e chamar a retaguarda.