Red flags — sinais de gravidade
- Não ancorar em pericardite e deixar passar SCA: supra difuso pode confundir; na dúvida em paciente com risco coronariano, investigar isquemia primeiro.
- Tamponamento cardíaco (hipotensão, turgência jugular, pulso paradoxal, abafamento): emergência — ecocardiograma e pericardiocentese, não postergar.
- Miocardite com disfunção de VE, insuficiência cardíaca, arritmia ventricular ou bloqueio: internar, monitorizar e evitar esforço físico e AINE em dose anti-inflamatória plena se houver disfunção importante.
- Miocardite fulminante (choque cardiogênico, arritmia maligna): suporte avançado, discutir com cardiologia/UTI, considerar suporte circulatório.
- Pericardite com febre alta e leucocitose ou paciente imunossuprimido: pensar em etiologia bacteriana/purulenta ou TB — não tratar como simples viral.
- Sob anticoagulação com derrame pericárdico: risco de hemopericárdio — reavaliar anticoagulação com a retaguarda.