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Derrame pleural — critérios de Light, quando toracocentese diagnóstica e reconhecer o empiema

Deu velamento de seio na radiografia e o paciente está dispneico — puno agora, o que peço no líquido e como sei se é empiema?

Red flags — sinais de gravidade

  • Derrame parapneumônico complicado/empiema (líquido purulento, pH < 7,2, Gram/cultura positivos) tratado só com antibiótico, sem drenagem: evolui para loculação e sepse.
  • Puncionar às cegas sem ultrassom em derrame pequeno/loculado: risco de pneumotórax, lesão de órgão e punção seca.
  • Derrame volumoso com desvio de mediastino e insuficiência respiratória: alívio guiado é prioridade, sem drenar volume excessivo de uma vez (risco de edema de reexpansão).
  • Assumir transudato de IC e não puncionar um derrame atípico (unilateral, febril, dor pleurítica) — pode ser empiema, TB ou neoplasia.
  • Empiema/derrame infectado com sinais de sepse liberado do PS: precisa de drenagem precoce, antibiótico e internação.
  • Esquecer TB e neoplasia no exsudato linfocítico: pedir ADA, citologia e culturas específicas em vez de fechar em pneumonia.

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